8 comentários:
De Alzira Macedo a 16 de Setembro de 2009 às 10:35
Lindo este poema David...
Tens um blogue onde se colhe paz e romantismo...
Parabens e continuação
em meu blogue deixei lá um mimo para ti...
Vai lá e vê
bjs
De Subjectividades a 25 de Setembro de 2009 às 11:35
Carmba, até me apetece dizer carago....

Que coisa mais linda!!

parabéns David gostei da força, do sentimento do sentir.

Um Abraço e felicidades
De Sílvia a 11 de Outubro de 2009 às 01:48
Faltam 10 dias para quê? Cuuuuusca!

http://sunshine.blogs.sapo.pt/
De M.Luísa Adães a 11 de Outubro de 2009 às 11:04
Que o teu sonho se concretize sempre, conforme teu desejo.

Deixa-me dizer - "Sinto a Tua Falta!

Beijos,

Mª. Luísa
De M.Luísa Adães a 14 de Outubro de 2009 às 07:40

Talvez deixe de ser um sonho...um dia, ou sempre.

Desejo a concretização de todos os sonhos!

Com amizade,

Mª. Luísa
De L a 2 de Novembro de 2009 às 23:02
Parabens. E lindo. Que todos os teus sonhos se tornem realidade.
De Juli Ribeiro a 10 de Novembro de 2009 às 16:33
Lindos versos!
Um sonho encantador...
Beijo.
De Subjectividades a 31 de Dezembro de 2009 às 11:14
De repente, num instante fugaz,
os fogos de artifício anunciam que o ano novo está presente
e o ano velho ficou para trás.

De repente, num instante fugaz,
as taças de champagne se cruzam e o vinho francês borbulhante anuncia que
o ano velho se foi e ano novo chegou.

De repente, os olhos se cruzam,
as mãos se entrelaçam e os seres humanos,
num abraço caloroso, num so pensamento,
exprimem um só desejo e uma só aspiração: paz e amor.

De repente, não importa a nação, não importa a língua,
não importa a cor, não importa a origem,
porque todos são humanos e descendentes de um só Pai,
os homens lembram-se apenas de um só verbo: amar.

De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio,
os homens cantam uma só canção, um só hino: o hino da liberdade.

De repente, os homens esquecem o passado,
lembram-se do futuro venturoso, de como é bom viver.
Feliz Ano Novo !

Um abraço da Isabel

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