Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Apacentar o coração ...

Há muitas coisas que fiz das quais não me orgulho. Algumas, me envergonham. Outras, me subtraem o direito de condenar, julgar ou apontar. O que seria eu afinal, se incapaz fosse de reconhecer falhas?

Há muitas coisas que fiz que me apacentam o coração. Algumas, me fazem sentir submisso. Outras, me impedem fechar os olhos à gratidão indispensável pelas lições recebidas. O que seria eu afinal, se fosse incapaz de ouvir o meu próprio canto? Como fechar os ouvidos à melodia que vem do meu coração?

Seria bom se déssemos uma chance à fagulha de luz que persiste dentro das pessoas, principalmente àquelas que tanto já caíram, tanto já se machucaram, e tanto já aprenderam pelo sofrimento. Não é isso que gostaríamos que fizessem a nós se estivéssemos do outro lado da mesa? Não estaremos nós agora do outro lado da mesa?

Meu desejo de acertar começou a surgir quando percebi que havia uma lógica para todas as coisas. E percebi que o desejo de acertar do outro poderia surgir quando algo relevante lhe acontecesse; e percebi ainda que esse algo poderia ocorrer somente dentro de alguns anos. Por que condenar eternamente, à uma criança que mais cedo ou mais tarde vai despertar para as responsabilidades de adulto? Assim também é com o espírito. Não seria nada bom se Deus desistisse de nós. Que bom que ele não desiste. Que pena que nós desistimos das pessoas. E que pena que as pessoas desistem de nós. Mas ainda assim, como condenar? Não seria a traição do próprio conceito que se prega?

Um dia, espero poder olhar para o passado distante e dizer: "Quando eu errava no mundo, alguém acreditava pacientemente no facto de que eu poderia melhorar".

Quando nos libertarmos das algemas, correntes e cordas do preconceito contra aqueles que fazem o "errado" que qualquer um de nós está sujeito a fazer, conseguiremos ser mais felizes, mais leves, mais completos.

Os radicalistas que me perdoem. Um erro não justifica a perda de dez acertos. Tudo é relativo. Um segundo para o homem que é tocado por um ferro em brasa dura muito mais tempo do que uma hora na companhia de agradável amizade. Afinal, não é este o princípio da teoria do amigo Einstein? Mas sem querer perder o foco, "Deus pode ser duro, mas não é cego".

publicado por David Silva às 15:00
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